Eliomar Lopes Santarem
Confira informações sobre mercado imobiliário de Brasília, características, índices e valorização de imóveis nas diversas localidades do DF.Descubra qual o seu perfil de invenstimentos:consórcios, imóveis na planta, imóveis já prontos, leilões e construções em lotes condominiais.NÃO FORNEÇA DADOS PESSOAIS EM SITES DESCONHECIDOS. ENVIE E MAIL. É MAIS SEGUROS
Léo Santarem
avaliador imobiliário
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Preço de imóveis sobe 2,7% em abril, diz FipeZap - Economia - iG
terça-feira, 26 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
MITOS SOBRE O NOROESTE
Dizem que o Setor Noroeste vai ter sistemas de captação da água da chuva. ISSO É VERDADE
Todas as ruas e prédios sejam eles residenciais, comerciais, institucionais serão dotados de captação de águas da chuva.
Dizem que os edifícios vão ter placas de captação de energia solar. ISSO É VERDADE
Com o sistema de captação solar a economia gerada refletirá no decréscimo do valor do condomínio.
Dizem que o Noroeste vai ter 70% de sua área total destinada a áreas verdes. ISSO É VERDADE
A distância entre os edifícios é muito maior e coberta de área verde, haverá o parque Burlemarx e a reserva indígena totalizando 73,7% do bairro contra 26,3% de área construída.
Dizem que o Noroeste é o metro quadrado mais caro de Brasília. ISSO É MITO.
Deveria ser, afinal o bairro oferece uma estrutura diferenciada, maior qualidade de vida e toda sua área será composta de edifícios de altíssimo luxo.
Além de ser o primeiro no Brasil com o título de Ecologicamente Correto, o bairro será composto, na sua maior parte de área verde e do parque que, diga-se de passagem, é do Noroeste
.
A média de preço do m² comercializada no Noroeste está por volta de R$10.000,00. Porém, esse valor é para negócios futuros, para imóveis que serão entregues em 3 anos ou mais. Portanto, uma projeção de valores com aplicação atual, ou seja, se o Noroeste estivesse pronto hoje, o metro quadrado custaria nessa faixa de R$10.000,00.
Esse valor é estimado observando o custo dos lotes, o custo da criação de uma infraestrutura diferenciada e o custo da implantação de tudo isso.
De qualquer modo, esses valores estão irrisórios se comparados aos imóveis oferecidos na Asa Norte. Um bairro onde não há os custos que o Noroeste terá e não tem se quer metade dos benefícios que terá o novo Setor.
Os preços pedidos por imóveis na Asa Norte já estão muito superiores aos valores que teria o Noroeste hoje, variando entre R$ 8.500,00 a R$12.000,00 o m². Mas com um detalhe importantíssimo. A Asa Norte não oferece nem de longe o que o Noroeste oferecerá quando estiver pronto e acabado.
As projeções de valores para o metro quadrado do Noroeste quando estiver acabado chegam a R$ 25.000,00. em média.
É como se o Noroeste já estivesse valorizando os imóveis da Asa Norte sem existir ainda.
Se você pretende adquirir algum imóvel em Brasília, procure ajuda especializada e saiba como fazer um bom negócio.
ENTRE EM CONTATO
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fale com Léo Santarem.
Todas as ruas e prédios sejam eles residenciais, comerciais, institucionais serão dotados de captação de águas da chuva.
Dizem que os edifícios vão ter placas de captação de energia solar. ISSO É VERDADE
Com o sistema de captação solar a economia gerada refletirá no decréscimo do valor do condomínio.
Dizem que o Noroeste vai ter 70% de sua área total destinada a áreas verdes. ISSO É VERDADE
A distância entre os edifícios é muito maior e coberta de área verde, haverá o parque Burlemarx e a reserva indígena totalizando 73,7% do bairro contra 26,3% de área construída.
Dizem que o Noroeste é o metro quadrado mais caro de Brasília. ISSO É MITO.
Deveria ser, afinal o bairro oferece uma estrutura diferenciada, maior qualidade de vida e toda sua área será composta de edifícios de altíssimo luxo.
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Esse valor é estimado observando o custo dos lotes, o custo da criação de uma infraestrutura diferenciada e o custo da implantação de tudo isso.
De qualquer modo, esses valores estão irrisórios se comparados aos imóveis oferecidos na Asa Norte. Um bairro onde não há os custos que o Noroeste terá e não tem se quer metade dos benefícios que terá o novo Setor.
Os preços pedidos por imóveis na Asa Norte já estão muito superiores aos valores que teria o Noroeste hoje, variando entre R$ 8.500,00 a R$12.000,00 o m². Mas com um detalhe importantíssimo. A Asa Norte não oferece nem de longe o que o Noroeste oferecerá quando estiver pronto e acabado.
As projeções de valores para o metro quadrado do Noroeste quando estiver acabado chegam a R$ 25.000,00. em média.
É como se o Noroeste já estivesse valorizando os imóveis da Asa Norte sem existir ainda.
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MAIS PESSOAS DECIDEM INVESTIR NA SEGURANÇA DE UM IMÓVEL.
Transferência recorde da poupança para investimentos imobiliários em 2011.
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Léo Santarem
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VALORIZAÇÃO IMOBILIÁRIA NA FRENTE DE OUTROS INVESTIMENTOS
De acordo com a FIP imóveis valorizaram 2,4% em Março/2011.
Não fique aí parado. Entre em contato e adquira logo o seu, antes que seja tarde.
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domingo, 13 de março de 2011
ACABOU A INFORMALIDADE DAS INFORMAÇÕES DE VALORIZAÇÃO IMOBILIÁRIAS
Imóveis
Setor imobiliário ganha aliado
Primeiro índice de rentabilidade do setor promete dar mais segurança e transparência para os investidores de imóveis comerciais e auxiliar nas vendas de imobiliárias e construtoras, além de indicar a rentabilidade e a valorização desses empreendimentos no país
Tamanho da Fonte EVELIN CAMPOS
evieira@jornaldacomunidade.com.br Redação Jornal da Comunidade
evieira@jornaldacomunidade.com.br Redação Jornal da Comunidade
Já imaginou como seria poder contar com mais segurança para investir em imóveis comerciais? Pois isso se tornou realidade. Na primeira quinzena de fevereiro a Fundação Getúlio Vargas e a BMF&Bovespa lançaram um índice que indicará a rentabilidade e valorização de empreendimentos comerciais no país. O Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial (IGMI-C) representa um avanço para o mercado imobiliário, que terá mais transparência em relação à composição de preços de compra, venda e locação.
O indicador é calculado com base em informações como valores avaliados dos imóveis, despesas operacionais, receitas totais, investimentos e vendas de imóveis. Os dados são fornecidos por empresas dos setores financeiro e imobiliário e fundos de pensão. A primeira série histórica, divulgada no dia 11 de fevereiro, avaliou os anos de 2000 a 2010 e revelou rentabilidade de aproximadamente 638% dos imóveis comerciais. O cálculo contou com a contribuição de 26 colaboradores, entre entidades de classe, consultores, administradores e gestores de carteiras imobiliárias e incorporadores.
A ideia do índice partiu da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), que procurou a FGV para definir e implementar o índice, até então inexistente no Brasil. A divulgação do IGMI-C é trimestral e leva em conta o retorno dos investimentos em imóveis comerciais, divididos entre o retorno referente à valorização dos imóveis e o retorno referente ao fluxo de receitas, como aluguéis, por exemplo. Em breve também deve ser criado um índice para os imóveis residenciais.
A possibilidade de acessar um parâmetro mais amplo do setor imobiliário é uma das principais vantagens do índice, diz Paulo Picchetti, economista e pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV. “Cada investidor, individualmente, conhecia o desempenho de sua carteira de aplicações, mas não conseguia relacionar seus resultados com os do restante do mercado, que agora passa a ter uma visão agregada da rentabilidade desses imóveis”, avalia. Na avaliação de Picchetti, a primeira divulgação do índice apresentou perspectivas positivas.
As vantagens que o novo índice oferece
Leonel Alves, diretor comercial da Lopes Royal, calcula que o índice irá acabar com a especulação quanto aos números do mercado. “Já vínhamos acompanhando, nesses últimos anos, a evolução dos preços de mercado e a valorização de imóveis. Mas muitas vezes isso fica só no boca a boca do corretor com o cliente. O IGMI-C vem oficializar o que de fato acontece no mercado e mostrar a credibilidade do setor , afirma.
Para o diretor, o indicador também servirá como ferramenta de venda na hora de apresentar os imóveis comerciais aos clientes. “A tendência no setor imobiliário é de valorização e o índice vai mostrar isso ao cliente. Dessa forma, as pessoas poderão contar com o índice na hora de comprar um imóvel”, diz.
Atenta à valorização dos imóveis comerciais, especialmente em Brasília, a Lopes Royal pretende lançar mais dez empreendimentos desse tipo ainda este ano, segundo o diretor. “Existe muita demanda e pouca oferta para esse tipo de produto. Lançamos há pouco tempo um edifício comercial na Asa Norte e em um mês vendemos 35% das salas”, afirma Leonel Alves.
Sobre a especulação a respeito da possibilidade de uma bolha imobiliária, Leonel Alves diz que no Brasil os critérios de venda e análise para concessão de crédito são mais rígidos, o que dificulta o excesso de inadimplência. “Sempre verificamos se o cliente tem capacidade de pagar o bem que está adquirindo e os bancos brasileiros são cuidadosos em relação aos empréstimos e cartas de crédito, mesmo com um grande volume disponível para emprestar às pessoas”, assegura. “Além disso, cerca de 70% dos que buscam crédito são servidores públicos ou pessoas com emprego estável”.
A corretora Daniela De Paula acredita que a novidade dará argumentos na hora da venda. “O índice vai auxiliar muito, pois poderemos passar mais segurança ao cliente quando ele for decidir sobre o investimento. A rentabilidade de imóveis é boa e vamos poder comprovar isso”, justifica.
Dono de duas salas comerciais, o servidor público Diego Gomes, considera o IGMI-C um bom parâmetro para investidores, apesar da peculiaridade do mercado imobiliário em Brasília. “O mercado em Brasília é diferente de outros mercados. O preço do metro quadrado é alto e a valorização, grande. Mas com certeza o índice é bom para avaliar se há liquidez no investimento”.
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Léo Santarem
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